Você sabe o que é aproveitamento de papel?

Se você tem uma empresa ou é um profissional liberal e precisa divulgar seu negócio contratando um designer para fazer algum material que precise ser impresso em gráfica convencional, saiba que, as vezes, por causa de um centímetro para cá ou para lá a sua produção pode encarecer muito.

A culpa disso se chama mau aproveitamento de papel.

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O que é isso? E como resolver esse problema?

Aproveitamento de papel é o termo usado para você tirar o melhor partido possível sem ter desperdício de papel na produção gráfica. Isso é, qual o melhor (ou melhores) formatos para aproveitar cada milímetro da sua folha na hora da impressão.


As gráficas trabalham com alguns formatos de papel, mas os dois mais populares são: 66 x 96cm e 64 x 88cm.



Se você vai começar a sua criação do nada ou se vai contratar alguém para fazer esse trabalho, conheça os tamanhos que irão render mais na hora da impressão no infográfico abaixo.

 
 

Mas não é só escolher o tamanho e pronto.

Seguem algumas dicas para você não errar:
- escolha o formato final que você quer o seu impresso,
- acrescente 0.5cm de cada lado que será a sua área de escape.
- com esse formato em mãos, procure o aproveitamento de papel que melhor se adequar ao seu trabalho.

Por exemplo, se seu trabalho é 18 x 30cm, você deve crescentar uma margem com 0.5cm de cada lado e terá 19x31cm. Com ESSE formato final em mãos, você pode olhar o infográfico e escolher o que mais se aproxime dessa medida. Nesse exemplo, a melhor opção seria imprimir o trabalho numa folha 66x96 já que você conseguirá imprimir 10 páginas por folha.

Enfim, se você quer fugir dos formatos convencionais (A4, A3, letter etc.) imprima esse quadro, para guardar e servir como consulta sempre que precisar. Com ele você pode conversar com seu designer já sabendo o que pedir para otimizar sua produção. Bom trabalho.

 

Se você não sabe usar o Photoshop, esse post é para você

Você passa seus dias olhando seu feed e stories do Instagram ou seu timeline do Facebook e pensando:
- queria saber usar essa transparência,
- queria saber colocar fontes em cima de um quadrado em cima de uma foto,
- queria poder incluir uma tarja com informações sobre o curso que estou lançando,
- queria saber usar o photoshop.

Soa familiar?

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Se você se relacionou com as frases acima, tenho duas noticias para você: uma boa e uma ruim.

A ruim é que o Photoshop é um programa grande, complexo, trabalhoso e pago.
Eu que uso há muitos anos não sei mexer em todas as suas funcionalidades. Além do que ele é pago. Você precisa entrar no site da Adobe e pagar uma mensalidade ou anuidade (não muito barata) para ter acesso a ele. Ou baixar um trial de graça por 30 dias para ver como é.

A boa é que existe um programa alternativo chamado Canva. De graça.
O Canva é o irmão mais novo do Photoshop. Ele é simples e super user friendly. E o melhor de tudo: é de graça. Esta disponível em: www.canva.com Faça uma visita e conheça de perto esse programinha que vai te ajudar muito.


Você pode fazer tudo que faria no photoshop: rebaixar fotos, incluir texto, usar e abusar de transparências, ter acesso a varias fontes...


Enfim, um mundo se abrirá na frente dos seus olhos.

Mesmo que você não precise de imagens para redes sociais, você pode:
- criar um padrão gráfico exclusivo para seus folhetos e newsletters,
- padronizar com uma foto e uma frase o cabeçalho do seu email,
- ter acesso a fotos profissionais
- usar filtros direto do seu computador e uma infinidade de outras coisas

Se você se interessou, dê uma olhada no tutorial no final desse post com uma mini aula para você começar a se familiarizar com ele. Tenho certeza que vai virar fã.

Lembrete: eu  já disponibilizei há algum tempo uma lista com essa e outras dicas para ajudar seu dia a dia a ficar mais eficiente e profissional. Clique aqui e pegue a sua tip list.

Nesse primeiro video você vai aprender a usar suas próprias fotos, incluir textos, marca d'agua e transparências.

 

Nesse segundo vídeo vou mostrar como você pode usar as fotos de dentro do programa, incluir uma tarja, elementos gráficos, fontes etc.

 

Você sabe quem é a sua audiência?

Você sabe quem te segue? Homens, mulheres, faixa etária, onde moram? 

Não seria muito mais fácil pensar em postagens e oferecer produtos e serviços diretamente para o seu público alvo?

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É claro que o sonho de todo mundo é ser a Shell, afinal ela vende para q-u-a-l-q-u-e-r  pessoa. Mas, como o mundo não é perfeito, o segredo do sucesso se chama segmentação.

Por exemplo, se a maioria das pessoas que te segue é formada por homens de 18 a 25 anos, seu tom para conversar com eles ou vender seu produto deve mais jovial, rápido, dinâmico.

Se a maioria é formada por mulheres com mais de 40 anos o tom é outro, concorda? Uma pessoa um pouco mais velha já está re-pensando sua carreira, já quer passar mais tempo com sua família, já consome outro tipo de serviço.

Por que ficar bancando a descolada se você é uma dermatologista e sua especialidade é acabar com as rugas e tirar manchas na pele causadas pela idade?

Ou por que usar imagens tradicionais sem nenhuma intervenção gráfica se você vende para jovens?

Se você identifica seu público fica mais fácil pensar em postagens para mídias sociais, ou para textos em seu blog ou até mesmo para anúncios, exposições etc.

Agora você deve estar pensando " mas eu sou personal trainer, posso atender todo mundo". Errado. Você até pode atender todo mundo, mas tem um nicho de mercado que te segue HOJE e é para essas pessoas que você deve focar a sua comunicação.

Mas como sabemos quem nos segue? 

Temos algumas maneiras de monitorar essas informações e esses números, veja a seguir:

1 | Instagram
Se você tem uma página business no Instagram (super recomendo), você tem acesso ao insights da sua conta.

O que é isso?

É uma visão de raio X onde você sabe quantas pessoas viram seus posts, qual a faixa etária dessas pessoas, se são homens ou mulheres, de que região elas estão acessando...enfim, você consegue segmentar um pouco mais o seu marketing.

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2 | Facebook
No Facebook também tem uma página de negócios com acesso ao insights. Isso é ótimo porque se você pensa em fazer alguma promoção por lá, pode escolher exatamente sua audiência.

De que adianta gastar dinheiro com uma promoção sem segmentar e as pessoas do Sul receberem  se sua audiência está toda no eixo Rio ou São Paulo como mostram seus números?

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3 | Pinterest
No Pinterest tem uma área de analytics que também mostra um apanhado geral da sua conta. Vale a pena analisar esses dados para facilitar sua vida na área de comunicação e também para você não ficar dando murro em ponta de faca.

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4 | Website
No Squarespace você também tem acesso a muitos números. Afinal, ninguém faz um site só para ficar bonitinho na rede ou marcar lugar.


Website não serve para enfeitar, é uma importante ferramenta de trabalho.


No analytics do seu site você vê:
- o local dos IPs que visitam seu site (para determinar onde está seu público geograficamente),
- da onde eles vieram (link do Facebook? do Pinterest? algum site parceiro?),
- qual a página do seu site mais visitada,
- quais os horários de pico etc.


Enfim, analisando bem todas essas informações, você tem um grande raio X com todas as informações para trabalhar melhor seu público, criar produtos que atendam a sua audiência, divulgar informações que interessem a eles e criar empatia com quem realmente é importante para o seu sucesso.

Dê uma pesquisada nos seus número e defina seu público alvo. Seu negócio agradece.

 

Um pouco sobre meu dia a dia em Buenos Aires

Não sei se vocês sabem, mas sou carioca, morei 6 anos em Houston, depois 3 em Dubai, depois voltei por mais 2 anos para o Rio e agora estou em Buenos Aires desde o inicio de 2017. Ufa!

De uns tempos para cá tenho falado um pouco para meus amigos na minha página pessoal do Facebook sobre as curiosidades culturais que encontrei desde que me mudei para a terra dos hermanos. As vezes são curiosidades, as vezes são só coisas que aconteceram comigo.

Como meus amigos se divertem com minhas histórias, vou começar a colocá-las aqui também para vocês me conhecerem melhor e verem que não só de glamour se vive fora do Brasil e também para não ficar só falando de negócios. Vou começar agora.

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Vou começar do princípio quando me mudei para cá no meio do verão.

Primeiro dia em Buenos Aires.

Chovia loucamente.

Vim preparada pro verão, então, na minha mala, existiam dezenas de vestidinhos fresquinhos de alcinha, shorts, umas 2 calcas jeans (it is a must have) um casaquinho fino e sapatos abertos.

O resto tinha ido na mudança e só chegaria em dois meses . Mas como cheguei aqui num sábado a tarde, saí com a roupa do voo mesmo para comer uma coisinha na esquina e voltar correndo.

Segundo dia.

Chovia loucamente e amanheceu um pouco mais frio.

Coloquei minha calça jeans e revirei a mala atrás de uma camisa mais quentinha. Achei uma de manga comprida! uhu! Calcei meu all star e fui a um shopping comer. Não dava pra andar na rua de tanto que chovia

Desconfiei que os portenhos não sabiam o que era o combo calça jeans e tenis.
Passei vergonha.
Mas minhas botas e roupinhas trendy estavam na mudança...

Terceiro dia.

Dessa vez revirei minha mala toda e achei uma saia longa!
Ia ficar linda com botas.
Mas as botas estavam na mudança.

Não teve problema. Blusinha de alça, casaquinho, salto anabela e lá fui eu pra entrevista na escola da minha filha mais velha.

Quando saí do hotel, chovia loucamente e a temperatura estava em torno 16º.
Em fevereiro. Meio do verão.

Voltei horas depois, molhada, salto de corda da sandália anabela desmanchando e batendo o queixo de frio.

Quarto dia.

A vida começava a entrar nos eixos.
Já estava preparada para a chuva pois, finalmente, encontrei um lugar para comprar um guarda chuva para me proteger.
Quinze graus já não eram considerados frio polar.
Resumo: tinha virado portenha!


Sobre os apelidos

Não, você não leu errado.
Apelido mesmo, não apellido (leia-se apechido, se quiser ser um portenho de raiz), que significa sobrenome em espanhol.

Eu, que já achava estranho os apelidos de São Paulo, onde eles reduzem seu nome de batismo a uma sílaba. Aqui, vi que ainda são mais criativos. 

Apesar de ser carioca da gema, não sou dessas que fala mal de SP.
Mas, convenhamos, existem alguns apelidos que já são estipulados pela natureza.
Onde já se viu Marcelo ser chamado de Ma? Ou Paula ser chamada de Pa? Ou ainda Cristina (eu) ser chamada de Cri? Peloamor!
Para nós da cidade maravilhosa, Marcelo se chama Marcelo, Paula pode ser no máximo Paulinha e Cristina, Cris. 

Mas aqui eles são ainda mais inventivos! Carolina, minha filha mais velha é chamada de Caro. Caro. Isso mesmo. Sem o 'L'. Jura? 

Eu tenho sido chamada por todos de Cristi. Quem é Cristi, meu Deus? Nem respondo quando me chamam porque não acho que seja comigo. Mas logo vem um toque amigo no ombro: 'Cristi?' . No que penso: 'ah! Cristi soy yo!' 


Estou tendo crise de identidade.


Aguarde os próximos posts para saber sobre o que aconteceu comigo na academia, nos correios, com o pagamento do condomínio etc. Foram tantos eventos que vou ter que separar em alguns posts para vocês participarem do meu dia a dia por aqui.

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Agora vou trabalhar porque minhas filhas estão na escola e o tempo não pára.
Até semana que vem.